LA SIMBIOSIS PERFECTA EN LAS RELACIONES HUMANAS
lunes, 3 de junio de 2024
EL VALOR DE LA AUTENTICIDAD EN UN MUNDO DE APARIENCIAS
El Picadero: Un Viaje Entre la Inocencia y la Traición
domingo, 17 de abril de 2022
MUJERES Y SUS PLUMAS - LIBRO DE ORO 2022 - CONVOCATORIA
LIBRO DE ORO 2022
“LAS 300 MEJORES MUJERES POETAS A FAVOR DE LA VIDA”
BASES Y CONDICIONES
CONVOCATORIA
BASES:
CONDICIONES
Si la poesía ardiera en el corazón del hombre
y entrara en él con la fuerza de la metáfora,
con seguridad que una nueva expectativa de
vida nutriría su sangre.
Quien busca el alma de los poetas vivifica su
interior, encuentra para sí una razón que
embellece sus más altas facultades espirituales.
Todo el que escribe, colma sus sentimientos en
la aventura poética, donde el sabor del amor
llena las ventanas de su elocuencia, y la
tempestad de los tiempos, sólo se transforma
en un oleaje de seda en el presagio del viento.
-Bienaventurada la poesía si calma la sed del hombre- (Mariette Mounier)
GRACIAS A TODAS POR SU PARTICIPACIÓN
Mabel Coronel Cuenca
Organizadora y directora editorial
sábado, 16 de abril de 2022
POEMARIO "LA CASA DEL MAMUT", DE CARLOS HUGO GARRIDO CHALÉN
Resenha do livro de poemas "La casa del Mamut", do ilustre poeta peruano Carlos Hugo Garrido Chalén
Por Aurineide Alencar.
No poemario, La casa del Mamut, Carlos Garrido diz que o
mamute não conhecia a poluição. Ele viveu em um mundo em que tudo era lindo,
tudo era perfeito. Quem ler este livro, sente o prazer de fazer uma longa
viagem no tempo, sente o silêncio invadir a alma, o ar gelado acariciar a pele.
É uma sensação de estar entranhado numa arvore, em uma floresta boreal, só
observando a vida livre da família Mamut.
Nesse tempo o inverno era muito intenso, o
vento soprava uma canção de liberdade nas encostas das montanhas de gelo. A
primavera era tudo muito lindo, as flores cantavam louvores aos céus, o qual
parece tão próximo.
Garrido diz que
o homem ainda não tinha pisado naquelas terras e portanto a mesma ainda estava
impacta. Não havia contaminação da água e nem do ar. A natureza vivia a
harmonia dos deuses. Tudo era perfeito, cada coisa no seu lugar.
No tempo dos
mamutes, o sofrimento do homem, não eram os de agora, ainda não havia ciência
nuclear, nem contaminação radioativa. Não existiam fabricantes de armas e ainda
não existiam guerras. Não havia iniciado esse inferno de desastre, que traz as
angústias do verão. Tudo era perfeito tudo estava em harmonia. Nada ainda tinha
afetado o Planeta Terra.
O mamute não
conheceu nenhum tipo de catástrofe, sequer conheceu o acidente de Chernobyl.
Nem pode ver o afundamento do petroleiro Amaco Cadiz. Também não viu o desastre
de Bhopal, que chocou o mundo e o deixou abalado.
Quando o mamute
habitou a terra, os impactos dos seres humanos na natureza, ainda não eram tão
tristes. Neste tempo a casa da humanidade ainda era respeitada. Só Deus
comandava o mundo e ninguém queria tomar o Seu lugar.
Ainda não
haviam lançamento de partículas na atmosfera prejudicando a saúde das pessoas e
dos demais seres vivos da Terra. Os gases gerados pela combustão das indústrias
e dos veículos ainda não poluíam os ares. Não havia nada que afetava o
equilíbrio do planeta. Os poluentes que descarregam sua amargura, em lagos e
mares não haviam sido liberados. Não haviam o desperdício de plástico que matam
os mares e as centenas de aves do planeta.
Segundo Garrido, o Mamute foi um privilegiado,
por viver em um tempo em que ninguém sequer tinha pensado em desflorestar os bosques,
mundo esse, que apenas os penhascos, poderiam resistir a todos os ataques da
humanidade. Pois foi isso mesmo o que aconteceu. O mamute foi extinto do
planeta, e ficaram apenas as suas marcas.
Aurineide Alencar de Freitas Oliveira – Dourados – Mato Grosso
do Sul – Brasil
Workshop Intensivo II - Criação Literária
Coordenação: Prof. Dra. h.c. Mabel Coronel Cuenca





